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   domingo, 18 de agosto de 2019
   

Produção nacional de aço cresce 4,4% em outubro 

 


SÃO PAULO - A produção brasileira de aço bruto somou 2,9 milhões de toneladas em outubro deste ano, o que representa um crescimento de 4,4% sobre o mesmo mês do ano passado. No caso dos laminados, a expansão foi de 5,3%, com 2,25 milhões de toneladas produzidas, volume recorde para este ano.




 




As vendas para o mercado interno também alcançaram recorde, com 1,81 milhões de toneladas, volume 23,3% maior que o registrado em outubro de 2006. O recorde anterior pertencia a agosto deste ano, quando o mercado doméstico absorveu 1,76 milhões de toneladas.




 




A comercialização de aços planos atingiu 1,08 milhões de toneladas, o que representa um avanço de 22,9% sobre outubro de 2006. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), responsável pelos números, a alta reflete os seguidos recordes de produção registrados pelos setores automotivos, de máquinas agrícolas e de petróleo e gás.




 




Já as vendas de aços longos cresceram 23,9%, para 727,3 mil toneladas, puxadas pelo crescimento do setor de construção civil.



 



  Nova Lei de Estágio 

 

 

 

NOVA LEI DE ESTÁGIO (Nº 11.788)





O SIMEVAL informa que já se encontra em vigor a Nova Lei de Estágio, sancionada pelo Presidente da República em 25/09/2008 e publicada no Diário Oficial da União em 26/09/2008.



Confira as principais mudanças na Legislação de Estágio:



 ● Acompanhamento do estágio por professor orientador e supervisor da empresa, com elaboração de relatórios periódicos;



 ● Possibilidade de Profissional Liberal conceder estágio;



 ● Jornada diária máxima de 04 horas e 20 horas semanais para estudantes do ensino especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos;




● Jornada diária máxima de 06 horas e 30 horas semanais para estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular;




● Jornada de até 40 horas semanais para estudantes de cursos que alternem teoria e prática, com estágio previsto no projeto pedagógico;



 ● Prazo máximo de estágio de 02 anos na mesma empresa;



 ● Em caso de estágio não-obrigatório sempre deverá haver o pagamento de bolsa e vale-transporte;



 ● Férias remuneradas;




● Limitação do número de estagiários do ensino médio em relação ao quadro de pessoal da empresa contratante;




● Fica assegurado o estágio às pessoas portadoras de deficiência;



 ● A prorrogação dos estágios contratados antes desta Lei deverá ser ajustada às suas disposições;




● Mantida a isenção social e trabalhista.



 As mudanças valem somente para os novos contratos firmados a partir de 26/09/2008, os atuais estágios seguem a regra antiga. Portadores de deficiência terão direito a 10% das vagas.



 

  Tabela para Cálculo da Contribuição Sindical  

 

TABELA PARA CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Vigência: 1º de janeiro de 2009

 

 

Tabela progressiva para cálculo da Contribuição Sindical, vigente a partir de 1º de janeiro de 2009, aplicável aos empregadores industriais (inclusive do setor rural) e agentes ou profissionais autônomos organizados em firma ou empresa de atividades industrial:

 

 

LINHA

CLASSE DE CAPITAL SOCIAL (R$)

ALÍQUOTA (%)

VALOR A ADICIONAR (R$)

1

De                0,01    a    9.126,00

Contribuição Mínima

73,01

2

De          9.126,01    a    18.252,00

0,8

-

3

De            18.252.01 a 182.520,00

0,2

109,51

4

De       182.520,01 a 8.252.000,00

0,1

292,03

5

De 18.252.000,01 a 97.344.000,00

0,02

14.893,63

6

De        97.344.000,01 Em diante

Contribuição Máxima

34.362,43

 

 

Notas:

 

1. As  empresas  ou  entidades  cujo  capital  social  seja  igual ou inferior a R$ 9.126,00 são

obrigadas  ao  recolhimento  da  Contribuição  Sindical mínima de R$ 73,01, de acordo com o

disposto no § 3º art. 580 da CLT;

 

2. As  empresas  ou  entidades  com capital  social superior a R$ 97.344.000,00 recolherão a

Contribuição máxima de R$ 34.362,43 de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT;

 

 

  Tabela de Calculo da Contribuição Sindical 2010 

TABELA PARA CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Vigência: 1º de janeiro de 2010

 

 

Tabela progressiva para cálculo da Contribuição Sindical, vigente a partir de 1º de janeiro de 2010, aplicável aos empregadores industriais (inclusive do setor rural) e agentes ou profissionais autônomos organizados em firma ou empresa de atividades industrial:

 

 

LINHA

CLASSE DE CAPITAL SOCIAL (R$)

ALÍQUOTA (%)

VALOR A ADICIONAR (R$)

1

De                0,01    a    9.524,25

Contribuição Mínima

76,19

2

De          9.524,26    a    19.048,50

0,8

-

3

De            19.048.51 a 190.485,00

0,2

114,29

4

De       190.485,01 a 19.048.500,00

0,1

304,78

5

De 19.048.500,01  a  101.592.000,00

0,02

15.543,58

6

De       101.592.000,01 Em diante

Contribuição Máxima

35.861,98

 

 

Notas:

 

1. As  empresas  ou  entidades  cujo  capital  social  seja  igual ou inferior a R$ 9.524,25 são

obrigadas  ao  recolhimento  da  Contribuição  Sindical mínima de R$ 76,19, de acordo com o

disposto no § 3º art. 580 da CLT;

 

2. As  empresas  ou  entidades  com capital  social superior a R$ 101.592.000,01 recolherão a

Contribuição máxima de R$ 35.861,98 de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT;

 

 

  II Encontro de Coordenadoras Sindicais 

 

O Simeval participou nos dia 06, 07 e 08 de outubro do II Encontro de Coordenadores Sindicais, que reuniu cerca de 100 executivos no Hotel Tauá. Na abertura do evento, o coordenador da Assessoria de Relações Sindicais (ARS), Antônio Marum, lembrou que em fases de intensa mudança ambiental e organizacional que implique redefinição de Padrões operacionais, e, principalmente, de papéis, com alteração dos mesmos e demanda de novas expectativas e responsabilidades, é essencial promover a realização de encontros para nivelamento conceitual e operacional dos profissionais envolvidos na liderança sindical.

 

Ele observou que a idéia do encontro é abrir espaço para reflexões sobre os conceitos postos e o reposicionamento conseqüente, além de dar ferramentas para percepção das dificuldades e possibilidades, ambiente e estrutura interna como motores de sustentabilidade e comprometimento com os desafios articulados pela nova ordem.

 

Durante o evento foram abordados vários temas, Associativismo e Administração Sindical Estratégica, Postura e Papéis do Coordenador Sindical e Negociação e Resolução de Conflitos.




 

 

  Trienio 2009/2012 

Ref: Eleições SIMEVAL (triênio 2009/2012)

 

Prezados Associados,

 

Em atendimento ao que dispõe o artigo 43 do Regulamento Eleitoral deste sindicato comunicamos que foram eleitos, no último dia 31 de agosto, os novos membros da Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados Representantes junto a FIEMG para o triênio 2009/2012, constituídos pelos seguintes empresários de empresas associadas:

 

EFETIVOS :

 

Presidente:

Paulo Sérgio Cunha

 

Vice-Presidente

Francisco Sérgio Silvestre

 

Diretor Administrativo

Wellington Moreira Corrêa

 

Diretor Financeiro

José Geraldo Cunha

 

DIRETORES ADJUNTOS:

 

Carlos André Nunes Coelho

Viviana Sze

 

CONSELHO FISCAL – EFETIVO

 

Ana Luiza de Jesus

Luiz Roberto Corrêa

Luciano Machado Moreira

 

SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL:

 

Ronald Morito Pimentel

José Luiz Figueiredo Júnior

 

DELEGADOS JUNTO AO CONSELHO DE REPRESENTANTES DA FIEMG – EFETIVOS:

 

Paulo Sérgio Cunha

Marcos Medrano de Almada

 

DELEGADOS SUPLENTES:

 

Francisco Sérgio Silvestre

Wellington Moreira Correa

 

 

  Carro-bolha 

Carro-bolha tem apenas duas rodas e dispensa motorista

Redação do Site Inovação Tecnológica

Carro futurístico

Um carro elétrico em formato de bolha, com apenas duas rodas, um joystick de videogame no lugar do volante e sensores que permitem que o veículo se mova sob controle do piloto automático, caso o motorista não queira dirigir. Assim é o EN-V, um carro futurístico criado pela montadora americana General Motors (GM). O veículo é a visão da empresa para a mobilidade urbana no futuro. O EN-V, uma abreviação de Electric Networked Vehicle (Veículo em Rede Elétrica, em português), atinge velocidades de 40 quilômetros por hora.

Carro à prova de colisões

A princípio essa velocidade pode parecer perigosa, já que o carro não possui air bag ou pára-choques. Mas Tom Brown, do departamento de pesquisa e desenvolvimento da GM, afirma que o carro foi feito especialmente paraevitar colisões. "Ao contrário de carros convencionais, que são desenhados paraproteger passageiros e pedestres em casos de acidentes, o EN-V é maisparecido com uma aeronave, onde se procura evitar qualquer tipo de acidente", diz Brown. O EN-V usa sensores giroscópicos, inspirados nos Segways, os veículos motorizados de duas rodas.

Dormir e trabalhar no carro


A grande novidade do "carro bolha" da GM são os sistemas que permitem que o carro detecte outros veículos e obstáculos ao seu redor. Sensores, câmeras e um GPS fazem com que o carro perceba tudo ao seu redor. Com isso, os veículos não precisariam ser controlados pelos motoristas. Isso significa que os passageiros teriam tempo para se dedicar a outras atividades durante a viagem, como dormir e trabalhar. Brown diz que crianças, por exemplo, poderiam ser colocadas dentro do veículo sem a presença de um adulto, e levadas para o colégio. O EN-V só poderia operar no piloto automático em zonas onde todos os demais veículos também funcionassem sem motoristas.

"v-to-v"

A GM especula que se os veículos fossem popularizados, eles poderiam custar um quinto do preço de um carro convencional. Brown afirma que ainda não há planos concretos para comercializar a tecnologia, mas que diversas montadoras hoje em dia - como a BMW e a GM - já estão desenvolvendo produtos "v-to-v" (veículo a veículo) que, no jargão do setor, significa veículos que se comunicam com os demais carros.
  Mecminas 2010 

 



A MECMINAS - Feira da Indústria Mecânica chega à 8ª edição no ano de 2010 como um dos mais importantes eventos da indústria metal-mecânica do Brasil. Cada vez mais sólida, a Mecminas continua trazendo presenças importantes que promoverão a realização de grandes negócios. A feira aconteceu de 9 a 12 de novembro, em Belo Horizonte, no Expominas, que contou com a presença de alguns associados do Simeval no evento.

 

  Jantar de Confraternização 2009 


Fim do ano é tempo de confraternização. Os três sindicatos patronais, Sindal - Sindicato das Indústrias de Alimentação, Simeval - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Sinduscon-gv - Sindicato das Industrias da Construção Civil, comandados por Francisco Silvestre, Paulo Cunha e Adair Barbosa, reuniram autoridades, imprensa, associados e amigos no salão Champanhe, para celebrar as conquistas de 2009 e brindar ao Ano Novo que está chegando. Noite muito agradável, num clima de alegria e descontração.

  " Feriado de Carnaval "  

CARNAVAL

É OU NÃO FERIADO? FOLGA AUTOMÁTICA PODE GERAR ALTERAÇÃO CONTRATUAL

As controvérsias geradas em torno do “feriado de carnaval" em função da tradição em vários municípios de não haver expediente laboral nas empresas, bancos ou repartições públicas, nas terças-feiras de carnaval e até nas quartas-feiras de cinzas, até meio dia, ainda são motivos de discussões entre empregados e empresas.

Esta tradição induz muitas pessoas a acreditar que é feriado e que, portanto, não precisam exercer suas atividades nos seus locais de trabalho.

Esta confusão ocorre principalmente porque a maioria dos calendários aponta em vermelho a terça-feira de carnaval indicando, genericamente, que se trata de feriado nacional.

LEGISLAÇÃO

A Lei nº 9.093/95 que dispõe sobre feriados civis estabelece que sejam feriados somente aqueles declarados em Lei Federal ou Estadual, quando se tratar da data magna do Estado.

 São considerados também feriados religiosos os dias de guarda conforme o costume ou tradição local declarados em Lei Municipal, os quais não poderão ser em número maior do que 4 (quatro) dias no ano, já incluso neste, a Sexta-Feira da Paixão de acordo com o art. 2º da referida lei.

Não obstante, a Lei nº 10.607/2002, que dispõe sobre os feriados nacionais, alterou o art. 1º da Lei nº 662/49, concomitante com a Lei 6.802/80, estabelecendo que sejam feriados nacionais os dias:

•1º de janeiro → (Confraternização Universal - Ano Novo);

•21 de abril → (Tiradentes);

•1º de maio → (Dia do Trabalho);

•7 de setembro → (Independência do Brasil);

•12 de outubro → (Nossa Senhora Aparecida);

•2 de novembro → (Finados);

•15 de novembro → (Proclamação da República); e

•25 de dezembro → (Natal).

ENTENDIMENTO

Com base na legislação não há dúvidas quanto aos feriados nacionais uma vez que estão expressos em Lei Federal.

Quanto aos demais feriados que a Lei Federal outorga aos municípios, há que se verificar quais os feriados municipais estão expressos em lei, limitados ao total de 4 (quatro) feriados no ano.

Partindo desse pressuposto, se não houver uma lei municipal estabelecendo que o carnaval seja feriado, o trabalho neste dia será normal e o não comparecimento ao trabalho, acarretará prejuízos salariais ao empregado. Haverá prejuízo da mesma forma no caso da quarta-feira de cinzas.

 

Normalmente temos os possíveis feriados determinados por lei municipal, observado o limite acima, os quais podem variar dependendo dos respectivos costumes ou tradições de cada região:

Sexta-Feira da Paixão     → Data móvel

Corpus Christi                 → Data móvel

Aniversário da Cidade    → Data determinada pelo município

Carnaval                          → Data móvel

Padroeiro(a) da Cidade  → Data determinada pelo município

Outros                             → Data determinada pelo município

 

POSSIBILIDADE DE DISPENSA DO TRABALHO

Pela lei trabalhista nos municípios em que não haja lei determinando que o carnaval ou qualquer outro dia comemorativo por tradição seja feriado, há basicamente três possibilidades dos trabalhadores usufruírem desta folga sem prejuízos salariais, possibilitando também à empresa adequar a jornada de trabalho às suas necessidades de produção e demanda de serviços:

1ª) Compensação destas horas mediante acordo coletivo de banco de horas;

2ª) Compensação destas horas mediante acordo de compensação (compensação do excesso de horas de trabalho em um dia/período pela correspondente diminuição em outro) desde que não ultrapasse o limite máximo diário estabelecido por lei, observado o acordo coletivo da categoria.

3ª) Liberalidade do trabalho por parte da empresa.

 

  Máquinas que fazem máquinas 

Aumenta a procura por máquinas que fazem máquinas

Não são apenas os fabricantes de computadores, celulares e equipamentos de telecomunicações que comemoram o crescimento das vendas no Brasil. Além dessas companhias - um time que inclui marcas conhecidas como Nokia, Motorola, Positivo e Ericsson, para citar algumas - outras empresas, bem menos conhecidas do público, têm motivos para celebrar o aumento na demanda. São os fornecedores dos equipamentos que montam esses produtos eletrônicos, ou seja as máquinas que fazem máquinas.Com o aumento da produção local de equipamentos eletrônicos, essas empresas - como as japonesas Juki e Fuji e a alemã ASM - têm visto seus negócios crescerem em ritmos que variam entre 30% e 50% ao ano.

Não há fabricação desse tipo de equipamento no Brasil. As máquinas são importadas. Também não existem números oficiais. Segundo Noriaki Saito, presidente da Juki no Brasil, a projeção é de que o número total de equipamentos vendidos no país este ano aumentará 67%, para 290 unidades. Em termos de receita, o valor previsto é de US$ 71 milhões. No ano passado, o faturamento do setor foi de US$ 44 milhões.

Para outras empresas do setor, no entanto, o mercado terá um crescimento muito mais expressivo. "Só no primeiro semestre vendemos mais de 290 máquinas", diz Paulo Valentim, engenheiro de vendas da Fuji. A companhia - que não tem nada a ver com a empresa homônima do segmento de imagem - é a principal fornecedora desse tipo de equipamento, com metade do mercado nacional, de acordo com estimativas do setor. A Juki tem 10%. O restante é dividido por companhias como a japonesa Panasonic, a ASM (que no começo de 2010 comprou a área de SMT da Siemens) e as coreanas Samsung e Mirae.

Cabe às máquinas de Surface Mount Technology (SMT), como são conhecidas, montar o verdadeiro quebra-cabeça que forma os circuitos eletrônicos usados em equipamentos como computadores e celulares. Para se ter uma ideia, a placa de um notebook é composta, em média, por 1,5 mil componentes. Entre eles estão resistores, capacitores e chips que controlam o funcionamento de peças como as entradas USB.

Alguns desses itens têm dimensões tão pequenas que tornam o seu manejo praticamente impossível por seres humanos. O menor componente usado pelos fabricantes atualmente mede 0,2 milímetro x 0,1 milímetro, o tamanho de um grão de areia grossa.

Uma pessoa até poderia colocar as peças nas placas manualmente, mas sua eficiência jamais se aproximaria à de uma máquina SMT. Um dos equipamentos mais recentes da Fuji tem capacidade para encaixar 160 mil componentes por hora, quando configurada para fazer placas de telefones celulares. Isso significa que, a cada hora, ela produz 116 placas.

Depois de prontas, essas partes são levadas à segunda etapa do processo de produção. É quando as máquinas saem de cena. O trabalho de colocar as placas dentro das carcaças dos aparelhos é manual. Tanto que as mulheres são maioria nas linhas de produção. O motivo é que elas têm mãos menores, o que as torna mais aptas para lidar com peças pequenas e delicadas.

Além das companhias que produzem eletrônicos com suas próprias marcas no país, também são consumidores das máquinas SMT os fabricantes que produzem sob encomenda, como Foxconn, Digitron e Jabil.

Celulares, computadores, TVs e dispositivos para automóveis são segmentos com boas perspectivas de crescimento, diz Domingos Tomyama, diretor-presidente da Fuji, "Itens como o airbag obrigatório de fábrica estão movimentando a indústria", afirma o executivo. Com 1,2 mil clientes no país, a Fuji projeta um crescimento superior a 50% este ano.

A Juki pretende ampliar de 10% para 13% sua participação no mercado local, diz Saito. O executivo japonês, que chegou ao país há seis meses, diz que o objetivo é vender para companhias de médio porte.

Apesar do número relativamente pequeno de máquinas vendidas anualmente, o setor exige uma atualização constante, o que garante um fluxo de receita recorrente para os fabricantes. Segundo Fábio Sung, diretor de suprimentos da Digitron, as atualizações têm que ocorrer todos os anos para acompanhar a evolução dos componentes usados na montagem de equipamentos. "Quem não se atualiza fica para trás", diz. A Digitron projeta crescer 30% em 2011.

Do Valor Econômico

  Feriado Municipal 
  Avião em 30 segundos 

Carro que vira avião em 30 segundos é aprovado nos EUA

Carro que vira avião em 30 segundos é aprovado nos EUA

 




O carro voador tem tração nas rodas dianteiras para circular nas ruas e uma hélice para o voo.[Imagem: Terrafugia]

Carro-avião


A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aprovou a produção de uma aeronave também preparada para andar como um carro nas ruas. O veículo recebeu aprovação para ser produzido como uma aeronave esportiva leve, apesar de pesar cerca de 50 quilos a mais do que o permitido na categoria. Nesse tipo de categoria, é preciso apenas 20 horas de voo para se obter uma licença para pilotar. Mas a Terrafugia, a empresa que criou o protótipo do Transition, disse que era impossível colocar todos os equipamentos de segurança exigidos para um carro desse tamanho respeitando o limite de peso e acabou conseguindo que a autoridade reguladora da aviação no país abrisse uma exceção e aprovasse o monomotor.


Formato flex


O Transition tem autonomia de voo de mais de 700 km, capacidade para duas pessoas, velocidade máxima de 185 km/h no ar e pode ser transformado de carro em avião em apenas 30 segundos pelo piloto, segundo a Terrafugia. Movido a gasolina comum, o protótipo tem tração nas rodas dianteiras para circular nas ruas e uma hélice para o voo. Quando está em sua configuração como carro, com as asas dobradas, tem um tamanho que permite que seja guardado em uma garagem comum.


Carro voador


Segundo a Terrafugia, uma das principais vantagens do carro em relação às aeronaves leves existentes é a segurança, já que o Transition pode ser dirigido na estrada no caso de mau tempo, em vez de ser impedido de voar ou de decolar em condições perigosas. O carro voador custará em torno de US$ 200 mil (cerca de R$ 360 mil), e a empresa diz que já recebeu 70 encomendas, com os interessados pagando um depósito de US$ 10 mil (cerca de R$ 18 mil). O veículo deverá começar a ser entregue no fim de 2011, segundo a Terrafugia. Para os responsáveis pelo projeto, ele terá o potencial para "mudar o mundo da mobilidade pessoal". "Os deslocamentos agora se tornam uma experiência integrada terra-ar sem dores de cabeça. É o que os entusiastas da aviação vêm buscando desde 1918", disse Carl Dietrich, presidente Terrafugia.

  Carro é movido com alumínio 
Redação do Site Inovação Tecnológica

Carro é movido com alumínio de latinhas de refrigeranteOs pesquisadores veem seu carrinho de controle remoto movido a alumínio como uma plataforma para desenvolvimento de carros maiores.[Imagem: UPC]
O carro é um pequeno modelo de controle remoto, batizado de dAlH2Orean, que pode "queimar" tanto anéis de latinhas de alumínio descartados quanto quaisquer outros pedaços residuais de alumínio.No tanque, o alumínio é misturado com hidróxido de sódio e água. O dAlH2Orean atinge até 30 km/h e pode rodar por até 40 minutos antes de precisar de reabastecimento. O pequeno carro é na verdade um carro elétrico alimentado por uma célula a combustível de hidrogênio. A novidade é que o hidrogênio é gerado dentro do próprio carro. Tudo começa quando o alumínio é misturado com água e hidróxido de sódio. A reação entre o hidróxido de sódio, que funciona como um catalisador, e o alumínio, gera o hidrogênio. Depois de ser filtrado em um filtro de vinagre e água, para eliminar os traços de hidróxidos, o hidrogênio passa por um segundo filtro de sílica gel, onde o excesso de umidade é retirado do gás. Finalmente, o hidrogênio purificado é usado para alimentar a célula a combustível. A célula a combustível gera eletricidade, que alimenta os motores elétricos do carro.

  Redução da jornada de trabalho 

Marco Maia vai criar comissão para negociar redução da jornada de trabalho


O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), prometeu hoje (9) a dirigentes sindicais de todo o país, representantes de todas as centrais sindicais, criar uma comissão de deputados para negociar a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC), que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. A comissão terá parlamentares ligados aos sindicatos dos trabalhadores e patronais e deverá ser instalada até o fim deste mês. De acordo com o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), a partir de agora os sindicalistas e trabalhadores vão fazer toda uma movimentação para exigir que a Câmara dos Deputados vote a redução da jornada de trabalho. "Precisamos saber o momento para a votação. Hoje a gente tem certeza que tem a maioria dos deputados, mas precisamos de 308 votos para aprovação da proposta". O deputado Paulo Pereira elogiou a decisão de Marco Maia de criar a mesa de negociação para buscar uma saída para a votação da proposta. Ele disse que os dirigentes das centrais sindicais estão dispostos a negociar uma saída para a implantação da redução da jornada de trabalho. Paulo Pereira declarou, ainda, que na próxima semana Marco Maia vai se reunir com o setor empresarial para falar sobre a criação da mesa de negociação. "Do nosso lado temos espaço para fazer o acordo. Queremos reduzir a jornada de trabalho, mas não precisa ser a implantação imediata das 40 horas [semanais]. Poderíamos concordar com a redução de uma hora a cada seis meses. Temos um espaço de negociação que acho que é importante para acertar com o setor patronal", disse.
  Calculo da Contribuição Sindical 2011 

TABELA PARA CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL


Vigência: 1º de janeiro de 2011


Tabela progressiva para cálculo da Contribuição Sindical, vigente a partir de 1º de janeiro


de 2011, aplicável aos empregadores industriais (inclusive do setor rural) e agentes ou


profissionais autônomos organizados em firma ou empresa de atividade industrial:





LINHA


CLASSE DE CAPITAL SOCIAL (R$)


ALÍQUOTA (%)


VALOR A ADICIONAR (R$)


1


De      0,01              a    10.191,00


Contribuição Mínima


81,53


2


De     10.191,01       a    20.382,00


0,8


-


3


De    20.382,01        a    203.820,00


0,2


122,29


4


De   203.820,01       a    20.382.000,00


0,1


326,11


5


De   20.382.000,01  a     108.704.000,00


0,02


16.631,71


6


De   108.704.000,01 Em diante


Contribuição Máxima


38.372,51


Notas:


1. As empresas ou entidades cujo capital social seja igual ou inferior a R$ 10.191,00 são


obrigadas ao recolhimento da Contribuição Sindical mínima de R$ 81,53, de acordo com o


disposto no § 3º art. 580 da CLT;


2. As empresas ou entidades com capital social superior a R$ 108.704.000,01 recolherão a


Contribuição máxima de R$ 38.372,51 de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT;