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   quinta-feira, 22 de agosto de 2019
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Eleição 2008


Setor gráfico fortalecido no período de eleições

            Foi-se o tempo em que campanha política era época de showmício com artistas famosos, de muros pintados com o nome e número dos candidatos e dos outdoors e enormes cartazes nos semáforos e vias públicas. Todos estes itens foram proibidos e agora com as novas regras a campanha dos candidatos só poderá ser feita por página de internet, desde que nela não haja pedido de votos, comícios sem artistas, carreatas, cartazes somente em propriedades particulares, adesivos de carro, menos ônibus, táxis e carros oficiais e folhetos com o CNPJ da empresa que o confeccionou. Com essas mudanças, boa parte do material produzido para a propaganda eleitoral será feito em gráficas, o que justifica um aumento das atividades do setor.

            Segundo o presidente do Sindigraf (Sindicato Intermunicipal das Indústrias Gráficas de Uberlândia), Valter Custódio Pereira, todo ano de eleição é bom para o setor gráfico, mas agora com a proibição de alguns tipos de propaganda política, o volume de material de campanha que sai das gráficas deverá ser muito maior. “Com a campanha municipal de 2008 estamos prevendo um crescimento de 25 a 30% nas atividades do setor. Hoje não se pode mais fazer outdoors e nem propaganda em muro, então os candidatos investirão mais em “santinhos”, adesivos, folhetos, entre outros. Todos estes são produzidos por gráficas”, afirma Valter.

            A campanha, que se iniciou neste mês de julho vai até as vésperas da eleição do primeiro turno em 5 de outubro e até o dia anterior ao segundo turno em 26 de outubro, nas cidades em que houverem necessidade do pleito.

         


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