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   terça-feira, 22 de maio de 2018
  CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2018-2019 
  BOLETIM CUB/M² 
  ENCARGOS SOCIAIS E BENEFÍCIOS DE GOVERNADOR VALADARES 
  84º ENIC em Belo Horizonte 
CBIC define cidades que sediarão Enic até 2015

Enviado por Sandra Bezerra,

O Conselho de Administração da CBIC, reunido na sede da entidade, em Brasília, definiu as cidades que realizarão os próximos Encontros Nacionais da Indústria da Construção (Enics).

São elas: 83º Enic - São Paulo (SP), em 2011; 84º Enic - Belo Horizonte (MG), 2012; 85º Enic - Fortaleza (CE), 2013; 86º Enic - Goiânia (GO), 2014 e 87º Enic - Salvador (BA), 2015. Para inscrição nos anos subseqüentes, os sindicatos deverão manifestar interesse junto à entidade. O envento acontecerá de 27 a 29 de Junho de 2012 assista nesse link o video Institucional http://www.youtube.com/watch?v=ubcEf-S9W6o.
  Convenção Coletiva de Trabalho 2017-2018 
  Otimismo na indústria da construção 



A atividade da indústria da construção manteve-se estável em fevereiro em relação a janeiro de 2012. É o que revela a Sondagem da Indústria da Construção divulgada ontem, dia 26, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Apesar de não ter crescido, o nível de atividade situou-se perto do usual para os meses de fevereiro. As pequenas empresas, no entanto, apresentaram pelo oitavo mês consecutivo, atividade abaixo do usual. Apesar do desempenho ainda estar inferior ao normal, os empresários mostraram-se otimistas em relação aos próximos meses. Todos os indicadores de expectativas para a construção civil ficaram em torno de 60 pontos. O índice de expectativa atingiu 61,9 pontos para o nível de atividade e 62 pontos para a compra de insumos e matérias-primas. A pesquisa foi realizada de 1º a 14 de março, junto a 421 empresas, sendo 146 de pequeno porte, 170 de médio e 105 de grande.

  Redução de juros após queda da Selic 

O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira novas reduções nas taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas. Segundo a assessoria do banco, os ajustes refletem a alteração da taxa básica de juros (Selic), anunciada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

As novas taxas do BB entram em vigor a partir de segunda-feira, e incluem reduções em linhas de crédito alteradas na última semana. A instituição estatal começou há duas semanas um movimento de redução de taxas nos empréstimos, após pedidos do governo para diminuição do spread bancário (diferença entre as taxas que os bancos pegam dinheiro e emprestam ao consumidor).

Em seguida, Caixa Econômica Federal, HSBC, Santander, Bradesco e Itaú Unibanco também reduziram suas cobranças. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, os bancos brasileiros estão entre os mais lucrativos do mundo, e é injustificável que o País conte com os maiores spreads do mundo. Ele negou que o governo vá diminuir impostos para os bancos, para compensar possíveis perdas.

Confira quais foram as linhas que tiveram mais redução de juros:

BB Crédito Consignado INSS - de 0,85% para 0,79%
Financiamento Veículo - de 0,99% para 0,95%
Cheque Especial - de 1,97% para 1,38%
BB Crédito Automático - de 3,39% para 1,99%
BB Crédito Parcelamento Cartão - de 3,00% para 2,94%
BB Crédito Parcelamento Cheque Especial - de 3,00% para 2,94%
Cartão de Crédito - de 3,00% para 2,94%
  IPI zero para materiais de construção 

Representantes de grandes indústrias, como Votorantim, Gerdau e Alcoa, reuniram-se com a Fazenda para pleitear isenção do imposto, desoneração da folha e proteção contra importados


 Grandes fabricantes de materiais de construção - como Votorantim Cimentos, Gerdau, Arcelor MIttal e Alcoa - uniram-se na causa pela desoneração das indústrias do setor e na tentativa de dialogar com o governo federal para pedir isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Esses grupos juntaram forças por meio da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), que, por sua vez, aliou-se a outras seis entidades para apresentar um conjunto de pleitos ao Ministério da Fazenda. Os pedidos foram apresentados na quarta-feira ao Secretário de Política Econômica, Márcio Holland de Brito, pelos representantes de sete entidades (veja quadro ao lado). Os pleitos ocorrem depois de o governo ter estendido para 2012 a desoneração de IPI sobre alguns materiais, que varia hoje de 5% a 15% dependendo do segmento. Algumas linhas, como produtos cerâmicos, já têm alíquota zero.

 

 Esse encontro, de certa forma, pautou as discussões da presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com as principais lideranças do setor produtivo brasileiro, realizado ontem no Palácio do Planalto. Um grupo de mais de 20 empresários, como Jorge Gerdau, Benjamin Steinbruch e Abilio Diniz - controladores de organizações que faturam o equivalente a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) - foi convocado na tarde de terça-feira para debater uma agenda de desenvolvimento do país capaz de sustentar uma expansão econômica acima de 4% em 2012.

 

 No encontro com o secretário, além da isenção do IPI, as associações pediram salvaguardas e medidas de defesa comercial para as indústrias dos setores que estão sofrendo agressivamente com a entrada dos produtos importados, sobretudo da China, como as fabricantes de piso laminado e vidros.Os representantes ainda defenderam que o governo inicie discussões sobre a desoneração da folha de pagamentos, principalmente para as indústrias que empregam muita mão de obra.

 

 Segundo Walter Cover, presidente da Abramat, que liderou a comitiva, um dos principais objetivos dos grupos é garantir o grau de competitividade das empresas para que continuem investindo no país. "As empresas são competitivas em custo no chão de fábrica, mas esse componente se perde por causa das taxas de juros e do câmbio supervalorizado. Esses fatores têm provocado um achatamento de margem, traduzido em queda na rentabilidade", diz Cover. "Se o negócio não remunerar os acionistas, os empresários tendem a frear os investimentos".

 

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 "Com a desoneração do IPI para alguns materiais em 2010, a arrecadação fiscal do setor cresceu 22,5% em relação a 2009"

 

  Termo de Ajuste de Conduta